quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Hotel contruído em apenas 15 dias

Tecnologia de pré-fabricação na China.


O impressionante é que a laje já sai da fábrica com todas as partes que vão fazer parte do andar, isto é, não apenas as paredes, piso e teto mas também as camas e móveis.



Fonte.: YouTube 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Túnel submerso vai ligar Santos ao Guarujá, no litoral paulista

Perfis de concreto armado serão moldados em uma doca antes de serem imersos. Sistema dispensa a escavação do canal.


Trajeto do Túnel
A ligação seca entre as cidades de Santos e Guarujá, no litoral paulista, será realizada por um túnel de aproximadamente 900 m de extensão. De acordo com o Governo do Estado de São Paulo, o projeto previsto inicialmente para a construção da ponte foi descartado porque a altura máxima permitida na região, pela proximidade com a Base Aérea, é de 75 m. No entanto, a ponte deveria ter pelo menos 85 m de altura para atender ao gabarito do Porto de Santos, inviabilizando o projeto. 

O túnel será construído com perfis de concreto armado moldados em uma doca seca, que serão imersos e afundados, evitando-se a escavação do canal.  "Basta fazer uma dragagem na areia do fundo para assentar os perfis, que depois são recobertos pela areia", disse o diretor presidente do Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S. A.), Laurence Casagrande Lourenço. A estrutura terá profundidade mínima de 21 m, respeitando as exigências do Porto para a navegação.

Profundidade mínima exigida é de  21m.
Segundo Lourenço, a tecnologia foi escolhida em função dos custos mais baixos de implantação. "O custo do (túnel) imerso é menor que o do escavado. Depois, a escavação, para garantir a segurança dos trabalhadores e a viabilidade técnica do túnel, deveria ser feita em grande profundidade, que encarece cada vez mais as obras", disse. A construção deve custar aproximadamente R$ 1,3 bilhão.
Os acessos ao túnel imerso serão executados por meio do sistema cut and cover, que consiste na cravação das estacas laterais que servirão como estruturas das paredes da via. A estrutura de cobertura, então, é apoiada nas estacas e, posteriormente, se processa a escavação, a estruturação do piso e o revestimento das estacas (paredes). 

Croqui de acesso
Ao todo, o túnel terá 34,92 m de largura, abrigando três vias de automóveis em cada sentido e uma via central para pedestres e ciclistas. De acordo com o Dersa, foram simulados 13 projetos diferentes de travessia, tanto pontes quanto túneis, localizados em sete posições diferentes. "A travessia pela região intermediária se mostrou melhor que as outras, pois fica mais próximo das pessoas que moram no bairro de Vicente de Carvalho e trabalham no centro de Santos", disse Lourenço. O governo ressalta que o sistema de travessia via balsa será mantida, mas com menor tráfego. Para a travessia pelo túnel, o pedágio terá a mesma tarifa da balsa: R$ 8,80 para carros e camionetes e R$ 4,40 para motos. Ciclistas e pedestres não pagarão pedágio. A partir de agora, a Dersa iniciará os trabalhos para a contratação do projeto executivo da obra, concluindo o processo licitatório em janeiro de 2012. A expectativa do governo é de que a obra seja contratada no início de 2013, e concluída no primeiro semestre de 2016.

Projeto apresentado em 2010
Ligação por ponte
Em março, a Ecovias apresentou ao governo o projeto de uma ponte em arcos que possuiria 4,5 km de extensão e um vão livre central de 85 m de altura e 120 m de comprimento. O custo da obra, de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, seria bancado pela própria empresa. O projeto foi aprovado na Companhia Docas, mas não foi aprovado pelo Estado.

Projeto de ponte estaiada apresentado em 2009


Em maio de 2009, a Secretaria dos Transportes do Governo do Estado de São Paulo já havia apresentado um projeto para a ligação das duas cidades, que seria feita por uma ponte estaiada de 2,8 km de extensão. Na época, os dados preliminares previam um custo da obra de R$ 500 milhões e o tempo de construção de 30 meses.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Censo do Confea/CREA quer localizar a geração perdida de engenheiros

Até abril de 2012, o sistema Confea/CREA terá atualizado todos os dados dos engenheiros existentes no Brasil, independentemente das especialidades. Com o apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Conselho Federal de Engenharia iniciou dia 30 de setembro de 2011 o Censo dos Profissionais da Engenharia. As informações serão coletadas até 31 de dezembro deste ano e o objetivo principal é viabilizar soluções para os gargalos de mão de obra que afetam a área tecnológica no país.

O levantamento servirá para traçar políticas públicas e promover ações concretas de capacitação e reinserção dos profissionais não atuantes no mercado tecnológico. “Queremos descobrir quem está fora do mercado e quer voltar. Por isso, junto com a convocação para a participação dos profissionais, há no site do sistema Confea/CREA um link para a inclusão de currículos. O censo também terá esse viés: de realocar os profissionais onde eles estiverem faltando. Na verdade a gente quer conhecer o universo como um todo, ou seja, não inclui apenas engenheiros, mas arquitetos, agrônomos, técnicos e tecnólogos”, explica Neuza Maria Trauzzola , superintendente de planejamento, programas e projetos do Confea.

A ideia do censo surgiu quando se especulou importar engenheiros para o Brasil, a fim de suprir a demanda. O Confea/CREA, a fim de proteger o mercado para os profissionais brasileiros propôs o censo, que teve o apoio do MDIC e foi elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). “O interesse do censo não é somente para nós, do sistema CONFEA/CREA, mas para o desenvolvimento de políticas públicas junto ao MDIC e junto ao MEC também, para definir se hoje há cursos tecnológicos suficientes para atender o mercado”, diz Neuza Trauzzola.

O acesso ao questionário do censo está disponível nos sites do Confea/CREA (http://www.confea.org.br/) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) (http://www.mdic.gov.br/). O Conselho Federal de Engenharia tem cadastrado quase um milhão de engenheiros, arquitetos, agrônomos, técnicos e tecnólogos, mas estima que o número esteja subestimado. “Em décadas passadas, sabemos que muitos profissionais, quando se formaram, ficaram sem exercer a profissão. Agora, com o aquecimento da economia, entendemos que muitos destes profissionais estariam dispostos a retornar ao mercado e realizar cursos de atualização. São estes profissionais desconhecidos que queremos encontrar”, afirma a superintendente de planejamento, programas e projetos do Confea/CREA.

Neuza Trauzzola admite que o censo terá um foco especial sobre a engenharia civil.”É evidente que a gente sempre olha mais a engenharia civil, por causa da parte de infraestrutura, como portos, aeroportos e rodovias, além da área habitacional, mas a demanda do país hoje é por todas as especialidades da engenharia . Na áreas técnicas, o aquecimento é geral”, finaliza.

Entrevistada
Neuza Maria Trauzzola, superintendente de planejamento, programas e projetos do Confea/CREA
Currículo


- Neuza Maria Trauzolla é graduada em engenharia civil pela Escola de Engenharia Mauá (1982) e em direito pela Uniceub (2010)
- Tem pós-graduação e especialização em engenharia de materiais pela Universidade Mackenzie (1997), além de especialização em comunicação publica pelo IESB (2008)
- Possui mestrado em arquitetura e urbanismo pela Universidade Mackenzie (2008)
- Atuou na CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) na elaboração do Qualihab – o programa de qualidade da cadeia da construção habitacional paulista
- Foi vice-presidente do Instituto de Engenharia, em São Paulo
- Foi gerente de infraestrutura, superintendente de comunicação e marketing e gerente de relações Institucionais do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea)
- Foi presidente da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização, assessora da Diretoria do Metrô de São Paulo)
- Atualmente ocupa o cargo de superintendente de planejamento, programas e projetos do Confea/CREA
Contato: super.pp@confea.org.br
Créditos foto: Divulgação
Jornalista responsável: Altair Santos – MTB 2330

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Brasil é o 5º maior em energias renováveis

Estudo da ONU mostra o avanço global das energias alternativas. O Brasil é o quinto maior investidor em energias renováveis do mundo, somando em 2010 cerca de US$ 7 bilhões. Os dados foram publicados pela ONU ontem e mostram que, pela primeira vez na história, investimentos mundiais em inovação tecnológica em energias alternativas superaram os investimentos em tecnologia para a energia fóssil. O levantamento mostra ainda que parte substancial da expansão dessas fontes de energia está ocorrendo justamente em mercados emergentes. No total, os investimentos em energias limpas chegaram a US$ 211 bilhões, um salto importante em relação aos últimos anos. Em 2004, por exemplo, o mundo investia apenas US$ 33 bilhões. Em média, a expansão tem sido de quase 40%, enquanto a crise mundial tem freado investimentos em todas as demais áreas. Segundo a ONU, o investimento em fontes alternativas de energia será a única solução para responder ao desafio de abastecer uma população cada vez maior, com demandas cada vez maiores por energia e, ao mesmo tempo, reduzir as emissões de CO2. "Hoje, 1,4 bilhão de pessoas ainda não têm acesso à eletricidade e os cálculos mostram que o mundo terá de dobrar a produção de energia até 2030", alertou Supachai Panitchpakdi, secretário-geral da Conferência da ONU para o Comércio e Desenvolvimento. "Ao mesmo tempo, 89% da energia consumida no mundo ainda vem de fontes fósseis, com altas emissões de CO2."

Por anos, investimentos em energias renováveis foram feitos especialmente por países ricos. Em 2003, por exemplo, de cada quatro dólares aplicados em energia limpa, apenas um vinha de um país em desenvolvimento. Hoje, o mapa mudou. Na liderança dos investimentos não estão os países ricos. Em 2010, foi a China o país que mais apostou em energias renováveis, justamente para tentar superar sua
dependência de petróleo, reduzir a taxa de emissão de CO2 e garantir o abastecimento para seu crescimento nas próximas duas décadas. No ano passado, os chineses somaram investimentos de US$ 49 bilhões.

A taxa superou o volume de investimentos da Alemanha, com US$ 41,1 bilhões. Berlim havia sido o líder nessa área por anos. "Agora, o que estamos vendo é a migração de empresas alemãs de tecnologia para a China, onde o governo investe pesado na nova geração de fontes de energia", disse Panitchpakdi ao Estado. Os EUA aparecem na terceira posição, seguido pelos italianos.
A quinta posição é do Brasil, que somou altos investimentos por causa da aposta em biocombustíveis. Mas a ONU destaca que os US$ 7 bilhões não foram atingidos apenas em um setor. Segundo o levantamento, o País tem feito "importantes investimentos" em parques eólicos e energia solar. No total, o mundo viu investimentos em etanol no valor de US$ 6 bilhões em 2010, incluindo projetos nos EUA, Brasil, Índia e vários outros países.

Liderança 
Hoje, o Brasil investe duas vezes mais em energias renováveis do que todos os 53 países africanos juntos. Entre 2005 e 2010, a capacidade instalada de geração de energia renovável no Brasil aumentou em 42%, uma das mais altas do mundo. Hoje, a energia eólica no País produz 950 MW. Apesar de o número ser apenas uma fração dos 86 mil MW gerados na Europa, o estudo mostra que a aposta do Brasil tem sido acertada. Desde 2007, a energia eólica foi a que mais recebeu a atenção de investidores. Só em 2010, US$ 95 bilhões no mundo foram para essa fonte de energia. A segunda maior aposta é a energia solar, com US$ 26 bilhões. "O sol gera para o mundo volume de energia dez vezes superior a cada dia ao consumo do planeta", disse ao Estado o Prêmio Nobel de Física, Carlo Rubbia. "Não há como ignorar essa fonte de energia no futuro."

Fonte.: O Estado de São Paulo

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Engenharia não é uma ciência exata

 Aqui está o mais puro exemplo de como temos, muitas vezes, de nos adaptar a atitudes tomadas no passado:
  A bitola das ferrovias (distância entre os dois trilhos) nos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas.   Por que esse número "mágico" foi utilizado?   Porque era esta a bitola das ferrovias inglesas e como as americanas foram construídas pelos ingleses, esta foi a medida utilizada. Por que os ingleses usavam esta medida? Porque as empresas inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças, antes das ferrovias, e se utilizavam dos mesmos ferramentais das carroças.   Por que das medidas (4 pés e 8,5 polegadas) para as carroças? Porque a distância entre as rodas das carroças deveria servir para as estradas antigas da Europa, que tinham esta medida.   E por que tinham esta medida?   Porque essas estradas foram abertas pelo antigo Império Romano, quando de suas conquistas, e tinham as medidas baseadas nas antigas bigas romanas.   E por que as medidas das bigas foram definidas assim?   Porque foram feitas para acomodar dois traseiros de cavalos!   E, finalmente.  O ônibus espacial americano, o Space Shuttle, utiliza dois tanques de combustível sólido (SRB - Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol, em Utah. Os engenheiros que os projetaram queriam fazê-lo mais largo, porém, tinham a limitação dos túneis das ferrovias por onde eles seriam transportados, os quais tinham suas medidas baseadas na bitola da linha.

Conclusão:
O exemplo mais avançado da engenharia mundial em design e tecnologia
acaba sendo afetado pelo tamanho da bunda do cavalo da Roma antiga.

domingo, 20 de novembro de 2011

Para leitura e meditação


Há algum tempo atrás o governo da China inaugurou a ponte da baía de Jiaodhou, que liga o porto de Qingdao à ilha de Huangdao. Construído em quatro anos, o colosso sobre o mar tem 42 quilômetros de extensão e custou o equivalente a R$2,4 bilhões. Há uma semana, o DNIT escolheu o projeto da nova ponte do Guaíba, em Ponte Alegre , uma das mais vistosas promessas da candidata Dilma Rousseff. Confiado ao Ministério dos Transportes, o colosso sobre o rio deverá ficar pronto em quatro anos. Com 2,9 quilômetros de extensão, vai engolir R$ 1,16 bilhões. Intrigado, o matemático gaúcho Gilberto Flach resolveu estabelecer algumas comparações entre a ponte do Guaíba e a chinesa. Na edição desta segunda-feira, o jornal Zero Hora publicou o espantoso confronto númerico resumido no quadro abaixo:
Os números informam que, se o Guaíba ficasse na China, a obra seria concluída em 102 dias, ao preço de R$ 170 milhões. Se a baía de Jiadhou ficasse no Brasil, a ponte não teria prazo para terminar e seria calculada em trilhões. Como o Ministério dos Transportes está arrendado ao PR, financiado por ropinas, barganhas e permutas ilegais, o País do Carnaval abrigaria o partido mais rico do mundo. Corruptos existem nos dois países, mas só o Brasil institucionalizou a impunidade. Se tentasse fazer na China uma ponte como a do Guaíba, Alfredo Nascimento daria graças aos deuses se o castigo se limitasse à demissão.

Dia 19/07/11, o Tribunal chinês sentenciou a execução de dois prefeitos que estavam envolvidos em desvio de verba pública.  (Adotada esta prática no Brasil, teríamos que eleger um Congresso por ano)

Vamos fazer esta mensagem chegar a todos os brasileiros.

Fonte.: o jornal Zero Hora

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Confira 10 pontes surpreendentes pelo mundo

As pontes podem não se restringir apenas à função prática de ajudar a travessia entre dois lados de um rio ou de um braço de mar. Muitas vezes, elas acabam se tornando cartões-postais e até símbolos de grandes cidades. Outras vezes, impressionam por sua beleza, seu tamanho ou pela tecnologia necessária para a sua construção. Segue abaixo fez uma seleção de algumas das pontes mais bonitas, famosas, fotografadas e surpreendentes mundo afora.


Viaduto de Millau, FrançaNo sul da França, uma das maiores maravilhas da engenharia moderna foi inaugurada no final de 2004. O Viaduto de Millau é a ponte mais alta do mundo, com seus 343 m de altura. A ponte suspensa atravessa o vale do rio Tarn e tem 2.460 m de extensão.


Golden Gate, São Francisco
A ponte Golden Gate, que liga a cidade com a península de San Francisco é um dos maiores emblemas da cidade de São Francisco, na Califórnia. A ponte suspensa tem mais de 2.700 m de comprimento, com duas torres que se erguem a 227 m de altura sobre as águas da baía. Tanto as torres quanto a cor vermelha da ponte são elementos inseparáveis desse cartão-postal de São Francisco.


Ponte de Bósforo, Istambul
Construída entre 1970 e 1973, a Ponte de Bósforo liga a parte europeia à asiática de Istambul, maior cidade da Turquia. A ponte, que passa sobre as águas do estreito de Bósforo, tem 1.510 m de comprimento e 64 m de altura. À noite, é iluminada por luzes coloridas, criando uma bela cena noturna com a cidade ao fundo.


Ponte do Brooklyn, Nova YorkPrimeira ponte suspensa de aço do mundo, inaugurada em 1823, a ponte do Brooklyn une Manhattan e o bairro do Brooklyn, em Nova York. Atravessada diariamente por milhares de automobilistas, ciclistas e pedestres, tem 1.800 m de comprimento e alcança a altura de 37 m sobre East River.


Ponte da Baía de Hangzhou, ChinaNo leste da China, a ponte da Baía de Hangzhou liga Xangai à cidade de Ningbo por um trajeto de 36 km, o que a torna uma das maiores pontes marítimas do planeta. Começou a ser construída em 2003 e foi concluída em 2008, reduzindo pela metade a duração do percurso.


Ponte 25 de Abril, LisboaInaugurada em 1966, a Ponte 25 de Abril (conhecida na época como Ponte Salazar) liga Lisboa à cidade de Almada, atravessando o Rio Tejo em um comprimento de mais de 2.200 m. Pela ponte, muito parecida com a ponte Golden Gate de São Francisco, transitam carros e também trens.


Ponte Octávio Frias de Oliveira, São PauloMais conhecida como Ponte Estaiada, foi inaugurada em 2008 em São Paulo e, rapidamente, tornou-se um dos maiores cartões-postais da cidade. Atravessa o rio Pinheiros, tem comprimento de 1.600 m e altura de 138 m.


Tower Bridge, LondresConhecida como "a ponte da torre", é uma ponte basculante no coração de Londres, sobre o rio Tâmisa. Foi inaugurada em 1894 e levou oito anos para ser construída. Trata-se de uma das mais belas e famosas do mundo, com uma arquitetura surpreendente: tem duas grandes torres, uma passarela e a construção que se abre para deixar passar barcos pelo rio.


Ponte Alexandre III, ParisParis tem muitas belas pontes sobre o rio Sena. Mas nenhuma delas é tão bonita quanto a ponte Alexandre III, que une a esplanada dos Invalides com o Grand Palais. Inaugurada em 1900, a ponte metálica de 40 m é toda decorada por estátuas. Uma curiosidade: embaixo dela, há uma balada muito frequentada pelos habitantes de Paris

Ponte da Mulher, Buenos AiresProjetada pelo famoso arquiteto espanhol Santiago Calatrava, a Ponte da Mulher tem design surpreendente no coração do bairro de Puerto Madero, em Buenos Aires. A ponte é giratória, se move para deixar passar os barcos que passam pelo porto de Buenos Aires e tem uma "agulha" que segura os cabos que mantêm a estrutura.

Total de calouros de engenharia no Brasil cresce 83% em 2010

Senhores
"Vejam que o mercado será concorrido, a qualidade dos formados fará a diferença nas contratações. Outra informação é que, neste ano,  o curso de engenharia é o mais concorrido na Fuvest (USP e outras) ultrapassando medicina."

Geraldo Junqueira


Reportagem.:
Por.: FÁBIO TAKAHASHI - DE SÃO PAULO 
Onúmero de novos alunos de engenharia quase dobrou no ano passado no país, masas faculdades ainda não conseguem atender à demanda do mercado aquecido com ocrescimento econômico. Asconclusões estão no levantamento do Observatório de Educação em Engenharia,grupo de pesquisa ligado à Universidade Federal de Juiz de Fora (MG). A base éo Censo da Educação Superior do Ministério da Educação, divulgado nesta semana. Apesquisa aponta que o número de ingressantes nos cursos de engenharia cresceu83% em 2010 em relação a 2009. Considerandotodas as carreiras presenciais no ensino superior, a elevação foi de 5%,segundo tabulação da Folha. Medicina e administração subiram 1%, e direito, 7%. Oaumento de calouros em engenharia ocorreu basicamente via vagas ociosas e foipuxado pelas áreas de produção e construção civil.  Segundoo pesquisador Vanderli Fava de Oliveira, um dos responsáveis pelo estudo, oaumento é devido às constantes notícias de carência de engenheiros no país. Oliveiraressalta que o número de formandos ainda é baixo, considerando a demanda daindústria. Em 2010, foram 41 mil concluintes. "ACNI [Confederação Nacional da Indústria] afirma que são necessários 70 milnovos engenheiros em 2011. Vamos ter de continuar a importarprofissionais", afirmou Oliveira, também diretor da Associação Brasileirade Ensino de Engenharia. Segundoos últimos dados, cerca de 25% dos formandos da área fizeram cursos reprovadosna avaliação federal.

MAIS CRESCIMENTO
Osecretário de Ensino Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, disse que ocrescimento na área decorre, em parte, da expansão de vagas públicas feita pelogoverno. "Mas precisamos crescer mais." Orepresentante do governo Dilma afirmou que o ministério finaliza estudo paraidentificar as regiões e as áreas da engenharia prioritárias, considerando osinvestimentos e as demandas previstas para os próximos anos. "Emquatro ou cinco anos nossos números [de formados] estarão em patamares bemmelhores", disse o diretor da Escola Politécnica da USP, José RobertoCardoso.